Temos que parar de chamar isso de “escritório em casa”. Aqui está um termo melhor

Ozan Varol diz que um “escritório” é onde as boas ideias morrem.

 Temos que parar de chamar isso de “escritório em casa”. Aqui está um termo melhor
[Foto: Barion McQueen /Pexels]

Há um cômodo em nossa casa que eu chamo de meu “escritório em casa” desde que nos mudamos. feito.

Mas na minha cabeça, um “escritório” é onde as boas ideias vão para morrer. Um escritório evoca imagens de cubículos, conversas entorpecentes em bebedouros, ataques pessoais, xícaras meio vazias de café horrível e luzes fluorescentes que causam dor de cabeça.

A criatividade, em outras palavras, odeia escritórios.



Então, em vez de chamar meu quarto de escritório, comecei a chamá-lo de laboratório de ideias. Um laboratório de ideias é onde nascem as ideias inovadoras. Um laboratório de ideias envolve experimentação. Um laboratório de ideias é para sonhar acordado. Eu amo meu laboratório de ideias (e odiei meu escritório).

Você pode estar se perguntando: O que há em um nome? Quem se importa com o nome de um quarto?

Os nomes importam – muito mais do que você imagina. Isso é chamado de priming. O mero exposição a uma palavra ou imagem pode ter uma influência poderosa em seu pensamento.

E a importância da nomeação vai muito além do seu escritório.

Não chame isso de “reunião de status”. Chame de algo que inspire os participantes a se apresentarem de uma maneira que mova a agulha – um laboratório de visão, uma caverna de colaboração ou uma incubadora de ideias.

Não o chame de diretor sênior de operações. Chame isso de “cabeça de preparar os moonshots para o mundo real” (que era o verdadeiro título da minha amiga Obi Felten quando ela trabalhava na X, a fábrica de moonshots da Alphabet).

Não chame isso de “lista de tarefas”. Quando ouço “lista de tarefas”, quero correr o mais longe e rápido possível. Chame de lista de reprodução ou lista de design – um título que irá encantá-lo e puxá-lo para dentro.

Não chame sua equipe de “funcionários”. A palavra “empregado” reforça a noção de um sistema burocrático de cima para baixo em que o empregador diz aos funcionários – as engrenagens da máquina – o que fazer. Em vez disso, siga o exemplo da Brasilata, uma empresa de fabricação de latas que está na vanguarda da inovação no Brasil. Há sem funcionários na Brasilata. Existem apenas inventores – o título dado a todos os funcionários. Ao ingressar na empresa, os inventores assinam um “contrato de inovação”. A Brasilata, então, reforça esses nomes incentivando ativamente seus funcionários – desculpe, inventores – a se apropriarem de seu trabalho e apresentarem ideias originais.

A ideia é simples: se você der um nome convencional, obterá resultados convencionais.

Mas se você deseja resultados não convencionais, escolha um nome não convencional que o prepare para o que você está tentando alcançar.